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 By Estelis
Localização: O bairro não é turístico, mas também não fica longe dos centrinhos onde fica o “agito”. Existe uma estação de Tram (bonde) bem em frente ao hostel, mas quase nem usamos transporte público. Como a cidade é razoavelmente pequena e plana, dava pra fazer tudo a pé ou então optar por alugar uma bicicleta. De madrugada ou voltávamos a pé ou acabava pegando um taxi, que não dava mais do que 12 euros.
Do aeroporto ao hostel de taxi que custa em torno de 50 euros. Ou dá pra pegar um Trem + Tram que sai muito mais barato e é tranquilo, mesmo carregando mala.

Quartos: Ficamos no 3o andar, então subir e descer as malas foi um parto. Elevador, nem pensar. Nosso grupo se dividiu em 2 quartos, 1 de casal e outro com 2 beliches. Todos com banheiro interno, graças a Deus. Achei tudo limpinho e tranquilo, muito parecido com as fotos que eles publicam no site. Nada de surpresas. Só achei meio apertado, então se eu tivesse dividindo o quarto com pessoas desconhecidas, iria acabar incomodando um pouco. Os lockers são pequenos, mas cabe um mochilão tranquilo. Mala de rodinha já não caberia. Toalha de banho disponível para aluguel por 1 euro (Ninguém merece ficar carregando toalha úmida a viagem inteira).
Área comum: No subsolo fica a cozinha + lounge + um quintal para quem quiser fumar. A cozinha está disponível para os que querem cozinhar, inclusive com condimentos e macarrão à vontade. Para os que querem economizar, é uma boa. Existe também um frigobar com cerveja gelada e um “cofrinho da honestidade”. Ou seja, ninguém fica fiscalizando, mas o bom senso é deixar 1 euro no cofrinho por breja consumida. Acho o preço justíssimo. Mas se quiser economizar mais ainda, dá pra comprar breja no supermercado pertinho, e custava algo em torno de 0,5 euros.
Não sei se foi a época que nós fomos, mas o hostel não é um “party hostel”. Achei a galera sussa, mas nada de ficar enchendo a cara e fazendo amizade. Galera era bem tranquilinha e cada um na sua.
Preços: Em março desse ano, pagamos 29 euros/dia numa quinta feira e 43 euros/dia na sexta. Ou seja, fim de semana é mais caro.
Booking: Como cada um chegava num dia diferente do nosso grupo, fiz a reserva mandando um e-mail diretamente pro hostel. Eles pedem um cartão de crédito e fazem um débito de 10% do valor da hospedagem para reservar. O restante, pagamos com cartão de crédito na hora do checkin.
Web: http://www.cocomama.nl/
Mapinha: http://g.co/maps/bjvnd
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 By Estelis
Na nossa viagem a NY, resolvemos aproveitar e assistir um show que estava rolando em New Jersey, no Estádio New Meadowlands. Portanto, ao invés de pagar um hotel caro em NY se deslocar até NJ, resolvemos passar 2 noites no Hotel Red Roof Inn, em Secaucus, NJ.
Localização:
Escolhemos este hotel devido à proximidade com o Estádio de Meadowlands, NJ. Portanto não conheco o procedimento para ir no Hotel até NYC. Sei que de carro é razoavelmente perto, e de taxi saiu 40 USD do hotel até o Upper West Side em NY. Então, já aviso que ficar em NJ e ir pra NY diariamente demandaria uma imensa boa vontade de pegar transportes públicos (ônibus, trem, etc).
Em frente ao hotel existem algumas lojinhas de conveniência, um Wendy’s, e um Outlet de bebidas alcoolicas (Maravilhoooso mundo do alcool). Portanto, apesar do hotel não oferecer café da manhã, comer por perto não é problema. Mas fora isso, não tem mais nada pra fazer nas redondezas.
Acomodações:
O quarto é muito padrão americano. Espaço razoável, com 2 camas de casal e pia fora do banheiro. As camas eram boas, tinha wi-fi free, TV e frigobar. Não falta nada, mas também não tem nada demais. Limpinho, OK. Nem luxo e nem pobreza.
Fotos do Quarto:



Diária: 94.29 USD com taxas.
Endereço: 15 Meadowlands Pkwy Secaucus, NJ 07094
Site: http://redroof.com/reservations/property-detail.aspx?pid=00150
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 By Estelis
“You wanna be where everybody knows your name…”
Lembra do seriado Cheers? Um seriado americano muito popular no fim dos anos 80, até o comeco dos anos 90. Ou então, lembra no Friends, quando Joey foi pra Londres, e ficou com saudades de NY qdo viu o seriado na TV?
Pois é, o seriado era filmado num bar em Boston, que não se chamava Cheers, mas por causa da fama acabou adotando esse nome.
Enfim… O seriado foi tão importante e marcante na cultura pop dos EUA, que todo mundo para em frente ao bar para tirar fotos.
Aproveitamos então o cansaço e a fome, e resolvemos almocar por lá mesmo. Sim, mega programa de turista besta, mas foi uma agradável surpresa, já que os preços não eram tão caros (Hamburguer por volta de 12 USD, o atendimento foi simpático e o local era divertido.
 Pink Lemonade
 Hamburguer
Claro, não foi o melhor hamburguer da minha vida. Mas considerando que a gente estava num lugar totalmente pega-turista, a refeição foi muito boa. Eu só dispensaria o picles gigante.
Existe também um outro Cheers que foi aberto posteriormente, lá no centrinho perto do Quincy Market.
Esse Cheers “original” está localizado na parada número 7 do Old Trolley.
84 Beacon St.(bet. Arlington & Charles Sts.)Boston, MA
Website:
www.cheersboston.com
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 By andreayagui
 Voe com o gnu
Desde junho a Qatar Airways começou a operar em São Paulo e Buenos Aires. Quando me ofereceram essa companhia aérea achei meio esquisito pois nunca tinha ouvido falar dela. Mas aí, pessoas mais informadas me garantiram que a Qatar era ótima, muito conhecida na Europa. Daí lá fui eu que a tarifa tava zótema.
É MIL vezes melhor que a Gol e BILHÕES de vezes melhor que Aerolíneas Argentina (mas nesse caso, até burro de carga). O avião é grande, o jantar é farto. As aeromoças e aeromoços são muito simpáticos mas não falam português nem espanhol. Os avisos são em inglês e árabe!
Não exite em voar com eles.
Geralmente tem um voo por dia (vem lááá de Doha) então se programe com antecedência.
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 By Estelis
Em Boston, além do super famoso Duck Tours relatado aqui pela Andrea, existe também outras empresas que fazem o city tour pela cidade. E em nossas pesquisas por aí, encontramos o Old Town Trolley Tour. Apesar de não ter a “emoção” do Duck Tours, achei que foi bem adequado para pessoas como nós que estávamos com poucos dias para passear e querendo economizar dinheiro, sem fazer muito esforço físico também.

O Old Trolley Tour é um “bonde” que fica circulando pela cidade, com 18 paradas fixas, praticamente todos os pontos turísticos mais importantes da cidade. Você pode subir e descer quantas vezes você quiser ao longo do dia, ou mesmo ficar sentado dando voltas sem ter que dar nenhum passo. São váááários trolleys circulando pela cidade, então você não fica muito tempo no ponto esperando não.
Enquanto o motorista dirige, ele vai apresentando a cidade e dando dicas dos lugares interessantes próximos das próximas paradas. Tudo em inglês, obviamente. O legal é que cada motorista-guia dá o seu próprio toque pessoal para o passeio. Então, não fica tedioso caso você faça o mesmo trajeto outras vezes com outros guias.
A grande vantagem desse tour, é que o ingresso é valido por 2 dias consecutivos, inclui uma entrada no Old State Museum e tb um passeio de barco de 45 minutos pelo porto de Boston. O passeio de barco não é nada demais, mas de “graça”, tá valendo!

Dica: O mais inteligente é tentar achar alguma hospedagem que fique perto de uma das 18 paradas que o tour faz. Assim, você já economiza no transporte! Por exemplo, se você quer economizar e não quer pagar o valor absurdo que cobram na região central de Boston, uma idéia é tentar achar hospedagem perto do MIT, perto do metrô Kendall Square. Assim, você já economiza no metrô diário.
O único problema desse tour é que ele acaba meio cedo. Dependendo do período do ano, ele vai até as 17:00 ou 17:30. Então é bom não dormir até tarde e aproveitar o dia o máximo possível!
Preço: USD 38,00 se você comprar lá na hora. A parada principal é o do aquário, mas existem outras paradas que vendem o ticket (Veja no site deles). Se você comprar online, sai USD 34,20. Aí é só levar o ticket impresso e apresentar em cada parada. Se você não tiver uma impressora disponível, leve o print screen da compra no seu iPhone, Smartphone, whatever e apresente para o motorista. Aí qdo você chegar na parada numero 1, desça e peça para eles imprimirem o ticket.
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 By Estelis

Na nossa busca eterna por alternativas de hospedagem barata, encontramos o site Airbnb.com, onde pessoas do mundo todo cadastram suas casas para serem alugadas por turistas.
É tipo um mix de classificados/Craiglist/Couchsurfer, porém menos alternativo, mais pessoal e com uma interface mais amigável.
Existem ofertas de hospedagem de tudo quanto é tipo. Você pode alugar um castelo inteiro na Escócia, um loft super fabuloso em NYC, um apartamentinho singelo na Vila Madalena, ou até um colchonete na sala de algum estudante em Londres. Existe de tudo e até impressiona. Basta você estar disposto a pagar o preço, e ter fé na humanidade.
O processo todo é feito pelo site. Você contacta o proprietário, tira todas as dúvidas que você possa ter, sente mais ou menos como é a “vibe” da pessoa que estará te alugando o espaço. É bom esse contato, pois ele também pode não ir com sua cara e rejeitá-lo. Se tudo estiver OK, é só fazer a reserva pelo site mesmo e esperar a confirmação. O proprietário só recebe o pagamento depois que você deu check-in, ou seja, caso ocorra algum problema, você ainda pode contactar o Airbnb e eles te ajudarão a resolver o seu problema.
O pagamento pode ser feito diretamente pelo cartão de crédito no site, ou pelo Paypal. Sugiro sempre o Paypal para pagamentos internacionais.
E foi assim que viajamos para Boston e New York esse ano. Como não estávamos dispostas a gastar horrores com hospedagem, mas tb não queríamos pagar um hostel p/ ficar com 12 pessoas num dormitório compartilhado, o Airbnb foi a melhor solução.
Procuramos aptos que estavam dentro de nosso budget, a melhor localização possível, lemos as recomendações das pessoas que já se hospedaram nos locais que nos interessaran, e assim fomos, com muita reza e coragem.
No fim deu tudo certo. Claro que nem tudo estava perfeito, mas valeu a pena sim. Se você vai viajar em mais de 2 pessoas, vale mais a pena ainda! Alguns apartamentos p/ 4 ~6 pessoas custavam menos do que o preço p/ um casal em hotel.
Segue nossa experiência:
New York: Quarto de um apto em Manhattan.
Boston: Quarto em uma casa Vitoriana em Cambridge.
Se você gostou da idéia, que tal receber alguem na sua casa também? Registrando o seu classificado, você ainda ganha um descontinho na sua hospedagem.
Disclamer: Existem pessoas boas e más no mundo. Nós temos sorte e nunca encontramos pessoas realmente maldosas nessa viagens mundo afora. Mas se você alugou um quartinho na casa de um serial killer, sinto muito meu amigo. Shit happens.
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 By Estelis
Hotéis em Boston também são absurdamente caros, tipo NYC. Então resolvemos alugar um quarto/apartamento.
Escolhemos um quarto nessa casa no site Airbnb. Os reviews da casa na época também estavam bons, portanto fomos sem medo.
Ele não fica no centro de Boston. A casa fica em Cambridge (Grande Boston), a 3 quadras do metrô que utilizávamos diariamente para ir ao centro. Rápido, limpo e seguro. Só o preço do metrô que não era muito barato, por volta de 2 USD a viagem. O bairro era muito simpático e fofo, muitos universitários devido à sua proximidade da Universidade Harvard e MIT.

Para entrar na casa, recebemos uma senha por e-mail. Chegando lá, era só digitar a senha na porta e entrar. E aí começava a esquisitice.
Pra começo de conversa, tínhamos trocado e-mails com a proprietária informando que chegaríamos por volta das 6 da manhã. Como o check-in era tarde, perguntei se poderia ir para a casa, deixar as malas e sair novamente, e a resposta foi positiva.
Chegando lá, entramos na casa e não achamos ninguém. A casa tinha 3 andares, cada andar possuía 3 quartos e nenhum deles tinha número na porta. Nas instruções que recebemos via e-mail, ela dizia que o nosso quarto estava localizado no 2o andar da casa, na porta da esquerda do fim do corredor.
Aí comecou a 1a dúvida:
Para brasileiros, existe o térreo, 1o andar, e depois o 2o andar. Ou seja, o 2o andar fica no 3o piso. Para os orientais, o 2o andar fica no 2o piso mesmo. E para os Americanos? Como funciona? Chutamos que o sistema brasileiro não existe lá, e abrimos a porta no 2o piso mesmo.
O quarto era amplo, bem iluminado, tinha wi-fi… Tudo como estava publicado no site. Só que estava cheio de coisas pessoais como: Livros, jóias, roupas, fotos…. Começamos a achar que estávamos no quarto errado, mas era a única que batia com as descrições. Como estávamos cansadas e loucas pra tomar banho, ficamos por lá mesmo. Por volta de 1 hora depois, apareceu uma mulher que limpava a casa. Perguntei pra ela se era o nosso quarto mesmo, e ela disse que sim. Comentei que o quarto não possuía tranca, e ela me deu a resposta mais bizarra do universo: “There are no thieves in this house”.

O banheiro era compartilhado e meio sujo. Dava nojo da cortina do chuveiro, tinha silvertape colado no plastico mofado e buraco no teto pingando agua de fonte desconhecida.
 
O corredor da casa tinha cheiro de casa velha, tudo bem esquisito. A gente quase não encontrou as demais pessoas hospedadas na casa. Tinha uma vibe de república, meio casa sem dono. Não foi muito agradável.
No fim das contas, foi tudo tranquilo. Ninguém mexeu nas nossas coisas, mas sempre deixávamos a mala trancada. A vizinhanca era segura, com várias lojinhas de conveniência, restaurantes e bares. Mas só recomendaria a casa para pessoas muito tranquilas e desapegadas. E pra falar a verdade, eu já fiquei em hostels muito piores.
Preço: 313,00 USD, 3 noites, 2 pessoas.
Lessons Learned: Se tiver uma próxima vez, e for inviável financeiramente ficar no centro de Boston, eu ficaria perto do MIT, estação de metrô Kendall Station. Em outro post eu falo o porquê.
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 By Estelis
Se você é o tipo de pessoa que paga 250 USD por noite num hotel, sem medo de ser feliz, pode parar de ler o post. Nós somos mais miseráveis.
Aí encontramos no Airbnb uma alternativa mais barata de hospedagem em NYC, a terra das diárias para milionários. Onde já se viu pagar 400 reais na diária em hotéis velhos e xexelentos? Pq na boa, se é pra pagar tudo isso num hotel, que seja um hotel com muito luxo e glamour, vida de princesa.
Então fomos de apartamento alugado mesmo. Pela disponibilidade/custo/benefício, ficamos nesse. Era um quarto no apartamento de um casal em Manhattan. Gostamos das fotos do apartamento, as resenhas que os outros hóspedes deixaram estavam bons, todo mundo super elogiando, ótimo. Negociações feitas, tudo pago pelo site, e vamo que vamo.
Combinamos via e-mail o horário que iríamos chegar e ligamos 1 hora antes confirmando. Quem nos encontrou no apartamento foi o parceiro do dono da casa. Ele nos mostrou onde ficava tudo, nos deu a chave do quarto e da casa e nos deixou à vontade. No fim do dia conhecemos o Ric, que foi a pessoa que manteve contato comigo no Airbnb. Ele era bem simpático e fofo, deu algumas dicas da cidade e conversou um pouquinho com a gente. Mas dava pra perceber que o negócio era bem profissional. Não vá achando que vai fazer um super amigo em NYC, que vai te levar pras baladas. A gente quase não encontrava com eles pela casa.

O apartamento era grande, limpinho e arrumado. Eles possuem 2 quartos de hóspedes, então no período estávamos lá, tinha um casal no quarto ao lado. Mas nem nos encontramos. Só sabíamos que tinha gente pq dividíamos o banheiro, então as vezes estava ocupado. Podíamos usar a cozinha, geladeira, microondas, sala de TV, tudo. Parecia que o apartamento era nosso.

O quarto era fofo, arrumadinho, com roupa de cama branca. Igualzinho a foto do site mesmo. Tem tb um closet pra pendurar roupas e guardar malas, toalhas branquinhas, ar condicionado, wi-fi… As encomendas pelo Amazon chegaram bonitinho… Tudo certinho.
O bairro era o Upper East Side, na parte central do Central Park. Tínhamos que andar mais ou menos 4 quadras até o metrô (92nd station), mas era muito tranquilo, mesmo de noitão. Mas perto do apê não tinha nada agitado pra fazer. Uns restaurantezinhos sussas, nada muito legal. Para agitar, tem que descer mais mesmo. O bairro era bem residencial.
Eu recomendo, mas claro que você fica se sentindo meio visita na casa dos outros, fica com medo de fazer barulho e tal. Mas pelo custo/benefício, acho que vale. Mesmo pq o que você menos faz em NY é ficar dentro do quarto. Eles também possuem um outro apê que pode ser alugado inteirinho só pra você. Dependendo da sua situação, vale muito a pena!
Preço: 686,00 USD, 6 noites, 2 pessoas.
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 By andreayagui
Em Newyorka tem várias mega redes de livrarias, como a Barnes and Nobles e Borders. Só comprei dois porque é meio pesado ficar carregando livro e nem tinha pesquisado antes uns títulos diferentes que não saíram por aqui.
O livro abaixo é quase um HQ, mas ao invés de quadrinhos, cada desenho ocupa uma página de toda. A autora, Esther Pearl Watson, se inspirou num diário que ela encontrou num banheiro feminino de rodoviária. Ele narra o cotidiano de uma adolescente looser dos anos 80. Muito engraçado.
  
O outro é um livro de fotos de Audrey Hepburn, com muitas imagens de bastidores. Ach oque no Brasil também tem, mas tava na promoção então aproveitei e comprei. Amo.

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 By andreayagui
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