Pra fazer aquele programa clássico de turista, fomos passear de bondinho no Pão de Açúcar. Chegando lá havia aquela fila gigantesca nos esperando. Dava a volta na pracinha. Antes de xingar Deus e o mundo neste momento frustrante, pare e pense: não é possível. Vá até a bilheteria e descubra que aquela fila toda é pra comprar o ingresso. Perambule mais um pouco por alí e encontre uma máquina de compra automática de ingresso abandonada num canto. Usando seu cartão de débito, compre o ingresso e vá direto pro bonde ultrapassando todos os trouxas que entraram na fila sem fazer nenhuma pergunta.
Gente, juro que isso aconteceu! E ninguém do Pão de Açúcar foi avisar o povo que dava pra comprar direto na máquina, sem fila, com cartão de débito! Acho que eles não avisam de propósito, só pro bonde não ficar tão lotado.
Vista do Pão de Açúcar
Apesar do tempo estar ruim, com bastante neblina, deu pra curtir a paisagem. O primeiro monte é o Morro da Urca, no próximo trecho chegamos até o Pão de Açúcar em si. Lá em cima tem umas lanchonetes bem meia boca e lojas pra turista ver, tipo, da Havaianas e de pedras preciosas do Brasil.
Restaurante Zozô
A dica é almoçar no Zozô, restaurante que fica logo na saída do passeio. Literalmente, saia do bonde, desça a escada e vire na portinha à sua esquerda. A casa tem um pé direito gigante, teto de vidro por onde se veem os bondinhos passando e uma árvore gigantesca no meio do salão. Atendimento MEGA simpático. Comemos sanduíche de filé mignon com queijo gruyere derretido e um delicioso molho barbecue. Acompanha batatas fritas fininhas num copinho de metal. Tudo isso por apenas 12, 90 reais! Acreditam? Eles também servem pratos mais completos, de peixe e carne, aí, bem mais caro.
Sanduba caprichado do Zozô
Informações sobre o bondinho aqui. (Prepare o bolso, 44 reais pro passeio completo!)
Logo que eu soube que passaria o Reveillon no Rio de Janeiro tive a brilhante ideia de voar de asa delta. Perguntei pra alguns amigos se alguém conhecia um instrutor confiável mas nada de indicações. Uma colega que já morou lá me contou que era super fácil combinar o voo, era só chegar na praia de São Conrado e perguntar pro pessoal que estava aterrisando. E realmente dá pra fazer assim porque alí no fim da praia fica a Associação de Voo Livre onde estão cadastrados todos os instrutores profissionais do Rio de Janeiro. Mas claro que lá fui eu fuçar a internet.
Joguei no Google “asa delta rio de janeiro”, entrei em alguns sites e mandei e-mail pra todos que tinham um bom tempo de experiência, equipamentos importados e claro, eram credenciados na associação (todos que achei eram assim). Logo fui recebendo as respostas e todos estavam chutando o preço lá no alto, afinal, no fim do ano o movimento é grande. Alguns até já ressaltavam que nesta época só faziam pacote completo (com translado, foto e dvd) o que fazia o preço chegar aos 350 reais.
Eu agendei horário com o Beto da Rotorfly que além de oferecer as mesmas coisas que os outros, não exigia que se comprasse o pacote completo e tinha o melhor preço de todos, 160 R$ por pessoa. Encontramos ele no Posto Shell da Estrada da Gávea, de lá ele nos levou pra Praia do Pepino em São Conrado. Assinamos o termo de responsabilidade e pagamos mais uma taxa de R$10. Subimos de carro com o instrutor pra Pedra Bonita que fica a 520m de altura. São uns 15 minutos de percurso em estrada asfaltada.
Chegando lá havia apenas 3 pessoas na espera (fomos bem cedo) e assim que a neblina se dissipou um pouco as asas começaram a descer. Há um treino bem fácil antes de voar e algumas intruções. Depois você entra num tipo de colete, se amarra na asa ao lado do instrutor. Daí você corre corre corre num deck de madeira que fica na pedra e quando menos espera, já está no ar! Que delícia! O voo é muito suave, não balança, não dá medo e dá pra ficar conversando com o instrutor. A sensação de voar é ótima e a vista é linda. Não durou muito, apenas 10 minutos, mas foi o suficiente pra curtir. A parte mais emocionante é a descida quando a asa pega um pouco mais de velocidade. Peça pro instrutor aterrisar no gramado e não na praia, assim seu pé não fica atolado na areia.
INFO: (esses valores podem mudar)
Voo de Asa Delta: Beto Rotor Fly (18 instrutores experientes e homologados pela Associação Brasileira de Voo Livre, coordenados por Beto Rotor. Beto é atual diretor financeiro do Clube São Conrado de voo livre, piloto e instrutor de asa delta e parapente com 15 anos de experiência e há mais de 20 anos envolvido com o voo livre.)
Opcionais: fotos digitais (R$ 40,00) e filmagem em DVD (R$ 80,00) ~Transfer de seu hotel ou residência: Vindo da Zona Sul ou Barra da Tijuca – Ida e volta para até 4 pessoas R$ 50,00.
Os pagamento são feitos depois do voo. Se você sentir medo e quiser desistir não é cobrado nenhum valor.
O melhor horário pra voar é entre as 7h e 9h, depois disso a pedra fica congestionada!
LIGAR 1 HORA ANTES DO VOO PRA SABER SE O VENTO ESTÁ FAVORÁVEL
Eu me apaixonei pelas lojinhas do Rio de Janeiro. Roupas criativas, coloridas e fofas. Acho que a inspiração de lá é a mulher moleca, que joga futvôlei de dia e janta um sushi à noite. Só achei que na maioria delas a modelagem é muito grande e às vezes, mesmo experimentando o tamanho P, as peças ficavam gigantes. Pra quem veste G é legal, porque sai de lá feliz usando M.
Além dos milhões de shoppings que tem por lá eu indico a Galeria Ipanema 2000 que fica na rua Visconde de Pirajá, 547.
Nossa primeira descoberta foi a loja de acessórios Via Mia que é uma belezinha. Bolsonas, bolsinhas, rasteiras, sapatilhas, bijus… tudo colorido, cheio de laços, metais… Muita coisa de couro colorido, mas de pano também. Onipresente no Rio, não sei o que estão esperando pra abrir filial em São Paulo.
Via Mia
Via Mia
Via Mia
Meu vestido pra passar o Reveillon em comprei na Maria Filó. Detalhe: era o mesmo vestido da filha da Lília Cabral que tem 12 anos!!!
Maria Filó
Filha de Lilia Cabral tem bom gosto
A Totem tem duas lojinhas, uma no térreo e outra OFF no segundo andar, dentro da galeria.
Totem
Atravessando a rua tem uma Oh, Boy! que se não fosse tão cara seria minha preferida.
Oh Boy!
O Shoppin Rio Sul perto do Pão de Açúcar tem todas essas marcas e muitas outras como a Dress To que tinha estampas lindas.
Dress To
Dress To
Se fez o seu estilo, reserve pelo menos umas duas tardes pra compras.
No finzinho do Leblon há uma simpática ruazinha chamada Dias Ferreira onde estão localizados vários restaurantes e barzinhos. Vale a pena se encher de paciência e esperar uma vaga numa das casas lotadas. Lá é o fervo.
Restaurante Quadrucci
Eu fui no Quadrucci: restaurante italiano contemporâneo, mas como já era bem tarde pra almoçar (16h30), o lugar estava tranquilo. Mesmo estando de canga e biquíni por baixo da camiseta o staff não olhou feio em momento nenhum (e olha que o lugar é bem bonito). Sentamos na varanda e logo pedimos um prato que um carioca maluco que conhecemos na rua nos indicou. Maluco porque às vezes falava em inglês e às vezes em português e apesar de nunca ter visto a gente na vida mandou a hostess nos atender muito bem.
Nhoque do Quadrucci
Enfim, o pedido foi o nhoque de batata baroa ao molho de cebola com carne seca, queijo coalho e melaço. Apresentação clean, ótima combinação de sabores (o docinho do melaço contrabalanceava o salgado da carne seca), prato leve. Por 37 reais. De sobremesa um sorvete italiano com tortinha de maçã por R$17. Delícia. Também serve carnes e frutos do mar. Me arrependi de não provar um drink chamado Caipice que levava sorbet de limão, vodka e suco de maçã. Alguém toma pra mim e me avisa?
Onde: Rua Dias Ferreira, 233/ (21)25124551
Outros lugares da Dias Ferreira que fiquei com vontade de conhecer:
MOK Sake Bar – Rua Dias Ferreira, 78 (releituras de drinks famosos como mojito e blood mary usando sake ou shochu, além de outras invenções. também serve comida japonesa. o lugar é liiindo)
Sushi Leblon- Rua Dias Ferreira,256 (só pra saber por que tanta fama)
Venga! – Rua Dias Ferreira,113b (bar de tapas e outras especialidades espanholas. Reza pra conseguir lugar porque o lugar é minúsculo e fica abarrotado)
Passei o Reveillon no Rio de Janeiro e confesso que adorei. Como paulistana branquela que sou não conhecia nada da cidade maravilhosa e aliás, tinha vários preconceitos. Mas foi ótimo. Minhas resenhas provavelmente serão bem básicas, pra quem nunca foi pra lá mesmo. Pra começar, vamos falar um pouco das praias.
Praia de Copacabana, foto de Rodrigo Soldon
Olha, existe música, existe filme, existe toda uma fantasia do inconsciente coletivo, mas Copacabana não tá com esse glamour todo não. A praia é super cheia e a areia é daquelas duras, com pontinhos pretos, meio suja. Os quiosques são bem diferentes (nada de palhoça) são todos de vidro e metal e geralmente tem um deck com cadeiras e mesinhas mais confortáveis. E rolam uns quiosques inusitados, tipo, do mc donalds, do habibs, da nescafé… Uma coisa que me impressionou bastante foi que basta avançar um quarteirão pra fora da orla que as ruas são horríveis. Parece que a rua da orla, com as fachadas imponentes de apartamentos gigantes e hotéis luxuosos, é um cenário de papelão e atrás dele está a realidade: vias sujas, mal iluminadas, cheia de estabelecimentos antigos que nunca fizeram uma reforminha.
Praia do Leblon, foto de Rodrigo Soldon
A oeste de Copacabana estão as praias de Ipanema e Leblon. Aí a coisa muda de figura. O bairro é residencial mas também tem vários restaurantes, casas de sucos e galerias ótimas pra gente se jogar nas compras. A praia é muito mais bonita, aquela areia fina e selecionada, água azul, com vista pra um morro que não sei qual o nome (Dois irmãos, talvez).
Deck da asa delta em São Conrado, foto de Rodrigo Soldon
Também dei uma passadinha em São Conrado, praia que vem logo depois do Leblon, passando a Favela do Vidigal. Mas lá eu só fui pra pular de asa delta! Se você quer sossego alí é bem mais vazio que as outras praias e não é tão longe quanto a Barra. Ah, alí também flagrei a gravação da novela Viver a Vida! Apesar deles gravarem lá as cenas em que o Rodrigo Hilbert voa de asa delta, a cena que vi era da Aline Moraes com o Mateus Solano.
Achar um lugar barato pra ficar na China não é difícil. O complicado é saber se você não está entrando numa grande furada! Depois de muita pesquisa, nos 5 dias que ficamos em Beijing, ficamos no Hostel Sanlitun. Não está entre os mais cotados do hostelworld, mas recebi indicações de uns amigos que ficaram lá no período das olimpíadas, então resolvi arriscar.
Estávamos em 2 pessoas, e como achamos o preço bem baratinho, ficamos em um quarto privado com 2 camas de casal e banheiro, pagando por volta de USD 20,00 por dia. Melhor que isso Não existe né? Os lençois eram brancos e limpinhos, o quarto tinha TV, ar condicionado, banheira, Shampoozinhos, chinelos descartáveis, enfim… Tudo que você encontra normalmente num hotel 3*.
Localização:
Chun Xiu Lu
O hostel não fica exatamente colado no Metrô. Rola uma andadinha razoável, como tudo em Beijing. A cidade é enorme e tudo é novo, então as ruas são amplas, as quadras são enormes, então tudo que você olha no mapa e pensa: Ah, é pertinho, vamos a pé… Significa uma caminhada muito maior do que você imaginava. A escala deles deve ser diferente da nossa. huahua.
A vantagem dessa andada toda é que próximo do metrô têm um Starbucks. E acredite em mim, em alguns dias na China, você começa a considerar o Starbucks o templo dos ocidentais na China. Lugar limpo, fofo, cominhas ocidentalizadas, sem gente tentando te vender coisas, sem gritaria ou muvuca…. Realmente vira o paraíso.
Perto do Hostel tb existem vários bancos para fazer troca de dinheiro, que não é a coisa mais fácil do mundo. O processo é tão mala que parece até que eles nunca viram dólar na vida.
Andando umas 4 quadras, ficam também uma rua cheia de pubs, todos bonitinhos, milhares de gringos na rua…
O mais engraçado é que qdo você encontra o Hostel, ele é uma entradinha para carros. Aí você entra, e parece que você está entrando por uma mini vila bocada. Mas siga em frente, vá na fé por mais uns 2 minutos que você encontra o hostel.
Staff:
Quem nunca foi pra China não entenderia como funcionam as pessoas de lá, e não entende direito que o padrão de atendimento ao cliente que temos aqui, mesmo que sofrível algumas vezes, ainda é muito melhor que a China. Então o hostel não era muito diferente. Rolava uma simpatia sim, as pessoas eram jovens, mas a partir do momento que você precisa que eles resolvam algum problema… Aí eles começam a te ignorar e parece que você simplesmente não existe. Mas no geral, elas até ajudavam um pouco e lembra sim os hostels aqui da America Latina.
Bar/Restaurante:
Na entrada do hostel fica um mini lounge bar, eles servem café da manhã (pago) e brejitas de noite. Não vi nada de agito. Mesmo os gringos eram muito introspectivos. No fun at all.
Lounge
Dica 1: Bebida gelada lá, só no Mc Donalds, tudo eles bebem em temperatura ambiente. Até a breja, é quente pros nossos padrões. Mesmo quando está na geladeira, vai por mim… Está quente. Na dúvida, peça sempre “Pin Tã Bi Tiou”. Ou seja, Cerveja gelada.
Tsing Tao Bi Tiou
Dica 2: A alguns passos do hostel, no mesmo “beco”, fica um restaurante pega-turista. Não coma lá, pelo amor de deus. Preço não tão bom assim p/ um PF mal-feito.
Dica 3: Leve o endereço impresso em Chinês para o taxista. Não adianta você tentar falar com o seu sotaque chinês-português-ingles que não vai funcionar. Eles não entendem MESMO. Em compensação o taxi lá é super barato. Eu lembro que a corrida do aeroporto para o hostel, que era longe pra dedéu, saiu menos de 50 reais.
Booking:Hostelworld. Eu não fiz reserva. Chegamos lá na cara e na coragem.
Quer conhecer um restaurante clássico de NY sem fila e sem frescura? Vá até o famoso P. J. Clarkes na Terceira Avenida. São 125 anos de funcionamento (existem mais 3 em Manhattan e um em SP), uma lista de clientes famosos que já contou com Frank Sinatra e aquele que é considerado o melhor hamburguer de Nova York. Apesar de todo esse currículo o lugar se manteve simples, com homens de camisa xadrez assistindo jogos na tv do balcão e encontros familiares nas mesinhas. Acho que tinha até um time de futebol infantil de meninas! Acho que elas tinham jogado e depois a técnica pagou um lanche, ou algo assim.
Meu namorado pediu o clássico Cadillac (”o cadillac dos hamburgueres”), cheeseburguer com essas mega fatias de bacon abaixo, por U$11,50. A carne estava num ponto perfeito, super macia por dentro, crocante por fora. A fama é verdadeira.
Hamburguer "The Cadillac"
Eu pedi 3 Mini Cheeseburgers with Bubble&Squeak (esse purê de batata da foto). MEGA BOM. U$14,15.
3 Mini Cheeseburgers w/ Bubble & Squeak. (Um eu já comi)
Pra finalizar, este belo Brownie gigante com sorvete e chantilly. U$8,50. Worth every penny.
Fudge Walnut Brownie
Local: 915 3rd Ave. New York, NY 10022 (at 55th & 3rd)
Como Chegar: Vá de metrô. Trens E, V ou 6. Desça na Estação 51th Street e ande até a Terceira Avenida.
Preço: Com os pratos, sobremesa, cervejas e refrigerante, para duas pessoas, deu menos de U$50.
Pra um jantar delicioso, num ambiente super agradável e acolhedor, acho que valeu a pena.
Todo mundo que vai pra Nova York quer subir o Empire State Building pra curtir a vista. Mas há um outro prédio com observatório, o Top of the Rock que fica em cima do Rockfeller Plaza.
Ele é uns 30 andares mais baixo que o Empire State mas em compensação não tem tanta fila e dá até pra comprar ingressos online com horário marcado.
A parte mais chata é passar pela segurança semelhante a de aeroporto, mas ok, prevenções de país pós-11 de setembro.
Depois de subir 67 andares num elevador ultrasônico cujo teto é uma tela onde são projetadas imagens dos programas da NBC, você já está lá no topo. São 3 andares (67,69 e 70. Não me pergunte o que acontece com o 68), num total de 5 mil metros quadrados, a uma altura de 260 metros da rua. Os dois primeiros andares são fechados com vidro transparente, portanto, deixe para tirar fotos no terceiro, que é aberto.
Último andar do Rockfeller Plaza.
De lá dá pra ver perfeitamente todo o Central Park, um retângulo verde no meio do cinza. Na Time Square conseguimos distinguir aquela bola prateada que marca a chegada do Ano Novo. Bom, e de lá pra ver o próprio Empire State. Se você for bem pra lateral encontrará o Chrysler Building que eu acho um dos prédios mais bonitos.
Olha o Empire State!
Entrada Principal: Rua 50th entre a 5º e a 6º Avenida
Preços: US$21,00 (adulto). O melhor é aproveitar uma das promoções do tipo pague 1 leve 2. Eu comprei o Combo ROCK MOMA, por US$30,00 você vê o Top of the Rock e entra no Museu de Arte Moderna.
Horários: Funciona todos os dias das 8 da manhã até o meia noite. O último elevador sobe às 11 da noite. Se for feriado, é melhor checar antes no site
Dica: Antes de comprar ingresso pergunte como está a visibilidade, se estiver ruim, espere pra subir outro dia.
Em clima de play-offs da Major League de Beisebol, resolvi escrever sobre o dia em que fui assistir a um jogo no novo estádio do Yankees. Era final de abril, comecinho da temporada e o estádio havia acabado de ser inaugurado. Ele fica meio afastado do centro mas de metrô se chega rapidinho, ainda mais pegando a linha expressa. Ao sair da estação já dá pra ver a casa dos Yankees, não tem segredo nenhum pra encontrar.
Nem preciso dizer que o estádio é impressionante. Antes de entrarmos no campo ficamos admirando as instalações! A lanchonete é enorme e além dos tradicionais hot dogs, ela vende também comida japonesa! Há duas lojas com souvenirs onde meu namorado perdeu a cabeça. Houve um momento em que eu achei que ele estava hipnotizado de verdade, com os olhos vidrados em tantos blusões, camisetas, bonés, bonequinhos dos jogadores, equipamento de beisebol… tudo muito lindo, de boa qualidade e lógico, super caro! Se eu vivesse num desenho animado ou num pastelão de comédio francesa (ou ainda, no seriado Chaves) eu teria dando uns tapas na cara dele pra ele sair do transe! A gente até perdeu o começo do jogo por causa da lojinha!
Pertinho da terceira base
Ganhamos os ingressos de presente e puxa, que lugares conseguimos! Super próximo do campo, ao lado da terceira base, pertinho da estrela do time, o short stop Derek Jeter. E devo dizer, ao lado de uma família muito engraçada. Falando nisso, assim como no estádio do Red Sox, o estádio é frequentado por homens, mulheres, crianças e até bebês! Podia ser assim no Morumbi, não? Podia no mínimo ser um lugar onde vocë não precisa arriscar sua integridade física pra torcer pelo seu time. Enquanto eu estava encantada com um menininho que foi ao estádio com o avô e seus 3 amigos idosos, apareceu um pai super jovem, com um bebê acomodado num aparador na parte da frente, como se fosse uma mochila. Ele chegou tranquilão, sentou na garoa sem medo de derreter e enquanto via o jogo dividia uma porção de batata frita com o nenê! Vida boa, não?
Enfim, é um programa bem gostoso e diferente, quase não se veem turistas (a não ser turistas de outras cidades americanas). Se sua agência de viagem não programa esse tipo de pacote não tenha medo de fazer tudo pela internet porque funciona direitinho.
Cerveja e hot dog é obrigatório
DICA: Não pode entrar de mochila! A paranoia com a segurança chega a ser imprevisível. Frente a cara de poucos amigos do segurança o jeito foi acatar as instruções do próprio. Atravessamos a rua e fomos para baixo do metrô (nesta estação o metrô fica em cima de um viaduto), alí existem lojinhas temáticas, bares e uma chapelaria. E não estou falando de uma casinha que guarda pertences, não. Trata-se de uma prateleira enorme que alguém montou dentro de um muro no meio da rua! Um mocinho se encarrega de guardar a mochila e te dar uma senha. Na hora achamos suspeito mas como outros desavisados também estavam guardando as mochilas lá, resolvemos arriscar. No fim deu tudo certo.
INGRESSOS: Dá pra comprar online pelo Stub Hub, site indicado pela própria Major League. Depois de efetuar a compra é só imprimir o comprovante e levar na entrada. Inclusive tem um mapa em 3D que dá uma ideia boa da vista que se tem de cada cadeira. E lógico, também dá pra comprar na porta, mas aí corre-se o risco de não encontrar os preços e lugares desejados
COMO CHEGAR: O metrô continua sendo seu melhor amigo. O estádio fica ao norte, acima do Central Park, praticamente no Bronx. Pegue o trem No. 4, B ou D, eles param na estação 161st Street/Yankee Stadium. Pra saber um pouquinho mais do metrô nova iorquino clique aqui.
E pra finalizar, um videozinho engraçado do show de intervalo
A distância de Santiago a Termas de Chillan (ou Nevados de Chillan, não sei pq mudaram o nome) é de aproximadamente 500km. O vilarejo mais próximo da estação de Ski/Grand Hotel, se chama Las Trancas, que é onde fica o Hotel Pirimahuida. Para chegar em Las Trancas, as opções são pingar 1o numa cidade chamada Chillan ou outra cidade chamada Concepcion.
Saindo de Santiago, as opções mais usuais são:
Opção 1, “sou rico e não quero perder tempo”: Vôo de Santiago a Concepcion que dura aproximadamente 50 minutos e custa em torno de USD 100,00. Já compra o pacote transfer de Concepcion até o hotel, que custa USD 110,00 por cabeça. Esse transfer já tem que ser acertado junto com a pessoa que está te vendendo o pacote. Não adianta chegar lá na hora e querer transfers disponíveis a todo minuto.
Opção 2, “sou mochileiro pobre miguelento”: Compre o ticket de trem antecipadamente no site do TerraSur (Compras online ainda ganham desconto de 10%). Você precisa de um cartão de crédito internacional para isso. Imprima o ticket online e no dia da viagem, chegue 1 hora antes na estação de trem e passe na bilheteria para retirar o ticket de verdade. Não tem erro. O trem ida e volta sai por volta de USD 40,00.
O trem oferece as categorias Salon e Preferente. No Preferente as poltronas são maiores, mas sinceramente… 5 horas de viagem, passa rapidinho. Pegamos o Salon mesmo e até que foi confortável, limpo, sem stress. No trem também tem uma lanchonete que serve uns sanduichinhos bem bons. Aliás, era o entretenimento da viagem. Comer todos os tipos de sanduíches existentes e beber cervejinhas.
Chegando na estação de trem em Chillan, vá até uma lojinha que vende souvenirs. Lá funciona um centro de atendimento ao turista, algo assim e fale com um tiozinho de bigode super gente boa que trabalha lá. Ele nos arrumou um taxi p/ chegar no Hotel Pirimahuida (por volta de 70km) e saiu uns USD 60,00 por carro, preço fechado. Bem melhor do que pagar os USD 110 por cabeça que as agências cobram. E nem adianta pesquisar com agencias diferentes que esse transfer é preço fixo com todo mundo. O tio da lojinha sugeriu também opções econômicas para fazer esse percurso, mas nós optamos pelo taxi que era mais rápido e menos trabalhoso. Você pode também já deixar reservado com ele a volta. Avisa o horário que você quer descer da montanha que ele manda o carro.
Dica do trem: Se você está viajando em 4 pessoas, pegue as poltronas do “meio” trem. Essa parte cinza abaixo é uma mesinha no meio. É legal que sentam todos juntos, um de frente pro outro e dá pra ir conversando, jogando cartas, whatever.
mapa de assentos
Dica taxi:/supermercado: Nosso pacote era de 6 dias no Hotel Pirimahuida, e já tinham nos avisado que as coisas na montanha são meio caras. Pedimos pro taxista levar a gente num mercado e compramos agua, suco, vinho, salgadinhos, chocolates p/ 1 semana. O cara não só levou a gente, como ainda carregou nossas compras. hohoho. E o pessoal do Hotel nem encheu o saco. Aliás, eles até forneciam copo com gelo pra gente.
Lenda: Muita gente fala que a paisagem da viagem de trem é linda. Só se for no verão. No inverno, a paisagem não cheira nem fede. Alias é até meio triste e deprimiu meu amigo. hhuahua. Viaje dormindo sem medo de ser feliz. Não vai estar perdendo nada.
Comentaram por ai…