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 By andreayagui
 Fachada do Restaurante
Se você planeja ir ao Jardín Japonés aproveite para almoçar no restaurante japonês que fica lá dentro.
Ele é bem bonito, não é caro e oferece pratos frios e quentes. Começamos com uma porção de mini guiozas bem gostosinhos. Como em São Paulo, parece que eles perceberam que os ocidentais gostam mais de salmão e quase não oferecem nada de atum. Mesmo assim, pedi um combinado de sushi e sashimi e estava bom. Era composto de 12 peças e custava 51 pesos. Minha prima pediu um udon bem caprichado que ela gostou bastante. Minha mãe e minha tia pediram uma carne de porco sauteada que custava 36 pesos e chá japonês que no começo estava sem gosto e no fim, estava amargo.
Infelizmente, o serviço foi uma calamidade. A garçonete era bem sem vontade. Demorou 1 hora para os pratos chegarem, 1 hora! E quando os pratos chegaram, esqueceram o da minha mãe! A nossa garçonete antipática disse que o outro prato chegaria em 10 minutos, mas levou mais de 20. Taí outra coisa que eu não gosto, garçonete que faz besteira e depois mente. Pô, pede desculpas, diz que anotou errado o pedido e passa o tempo certo. Se a gente soubesse que ía demorar tanto tinha cancelado ou pedido outra coisa. Enfim, fiz uma cara de brava, fui lá conversar com o gerente e falei que era pra ele dar um MEGA desconto.
Na hora de pagar, o desconto foi bom mesmo, 90 pesos. Por que 90? Sei lá. Daí reparamos que ao invés de 2 pratos de carne de porco, ele tinha cobrado 3! Affe… daí ele deu um desconto de mais 50 pesos (sendo que o prato custava 36). Acho que a matemática é diferente na Argentina. No fim, saiu super barato e até compensou o serviço horroroso. Apesar dessa confusão toda, indico o restaurante pois a comida é boa, não é caro e se você se estressar é só dar um passeio pelo jardín que é o lugar mais zen de Buenos Aires. Pelo que notei, não aconteceu nada parecido nas outras mesas, acho que pode ter sido muito azar nosso. Na verdade, em vários outros restaurantes essas confusões aconteceram. Não sei se os porteños andam com raiva dos brasileiros ou se a qualidade do serviço é ruim mesmo, no geral. Como disse minha prima, eles são bem “jão”. Jão sem braço! Hahahah! Também tenho uma teoria de que minha mãe é zicada e vocês verão como isso tem fundamento nos próximos posts sobre comida. Até lá!
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 By andreayagui
 Jardín Japonés de Buenos Aires
Eu SEMPRE falo pra todo mundo que vale a pena visitar o Jardim Japonês de Buenos Aires mas ninguém acredita em mim! Ninguém vai! E ainda dizem que pra ver coisas japas é só ir na Liberdade. Gente, na Liberdade não tem nada igual ao Jardííín.
E eu gostei tanto que voltei lá de novo este ano e estava tudo igual: limpinho, bem preservado e agradável. Custa 4 pesos pra entrar, é perto da Parada do Ônibus Turístico e próximo aos parques de Palermo.
Além das pontes, lagos com carpas e estátuas, lá também tem biblioteca, viveiro de bonsais e cursos gratuitos de origami, pintura etc para quem tem crianças. Há ainda um restaurante japonês bom e barato cuja resenha deixarei separada pois ficou comprida. É que aconteceu uma “coisa” lá.
Serviço:
Site http://www.jardinjapones.org.ar
Endereço: Av. Figueroa Alcorta y Av. Casares.
Todos los dias das 10 às 18 hs.
Metrô: Linha D Estação Scalabrini Ortiz
Vou deixar a galeria de fotos falar por si só.
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Jardín Japonés de Buenos Aires
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 By andreayagui

Esse hostel é muito bom. Limpo, moderno, staff simpático. Não tem cara de hostel mas tem preço de hostel.
Fica em San Telmo, bairro localizado entre o centro e La Boca. É uma vizinhança antiga, de prédios velhinhos, ruas pequenas… o hostel até destoa do resto da paisagem. Fica a 3 quadras do metrô Independência, da linha Azul.

Oferece café da manhã bem simples, com torradinhas, cereais, salada de fruta de lata (eca!), além de café e chá. Eu quis chorar quando descobri o Matilda´s Cafe porque só vi essa portinha linda na tarde do último dia. Fica pertíssimo do hostel e oferece café no estilo americano, com bagels, cupcakes e lattes. Quem puder, aproveita por mim! Ah, também tem um supermercado BEM na frente do hostel caso você queira comprar e cozinhar por conta própria. Ele fica aberto até 11 da noite e é são-paulino friendly hehe.
 Supermercados Bambi
Para os dias de preguiça, é uma boa opção jantar no hostel. Eles têm um chef MEGA simpático. Comemos uma pizza bem crocante de queijo e tomate e um wok de frango. Dizem que o hamburguer também é muito bom.
O hostel oferece vários passeios turísticos mas não sei se vale a pena… Segundo uma prima minha que já fez o city tour deles, o passeio é muito rápido, das 9 da manhã à 1 da tarde. Você vai numa vanzinha velha e não tem liberdade pra andar e fotografar quanto tempo quiser. Acho que se você tiver pouquíssimo tempo pra ficar na cidade (tipo 1 dia) pode ser uma boa. Fora isso, pegue o Ônibus Turístico já citado aqui. Fizemos o tour do Rio Tigre com eles e foi bem tosco. Na verdade, é uma empresa terceirizada. Enfim, eu procuraria uma outra agência, sei lá… vou tentar pesquisar.

Tem wi-fi em todo o perímetro e 3 computadores a disposição da galera no subsolo. Lá também tem uma sala de tv enooorme e armários pra alugar (em todos os quartos tem armário também). Todos os quartos tem banheiro privado (viva o banheiro privado), secador de cabelo e ar condicionado (que no caso, virou aquecedor).

Lá é bem animado, tem música alta e happy hour todas as noites. Se você tem problemas pra dormir com barulho, peça um quarto que fique virado pra rua e não pra área livre da churrasqueira.
Site: http://www.americahostel.com.ar
Localização: Chacabuco Nº718 – (C1098AAN) San Telmo
Telefone: +54 (11)4300 5525
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 By andreayagui
 Voe com o gnu
Desde junho a Qatar Airways começou a operar em São Paulo e Buenos Aires. Quando me ofereceram essa companhia aérea achei meio esquisito pois nunca tinha ouvido falar dela. Mas aí, pessoas mais informadas me garantiram que a Qatar era ótima, muito conhecida na Europa. Daí lá fui eu que a tarifa tava zótema.
É MIL vezes melhor que a Gol e BILHÕES de vezes melhor que Aerolíneas Argentina (mas nesse caso, até burro de carga). O avião é grande, o jantar é farto. As aeromoças e aeromoços são muito simpáticos mas não falam português nem espanhol. Os avisos são em inglês e árabe!
Não exite em voar com eles.
Geralmente tem um voo por dia (vem lááá de Doha) então se programe com antecedência.
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 By andreayagui
 Plaza de Mayo
Como assim não tem nenhum post sobre Buenos Aires aqui?
O destino mais procurado dos turistas desse Brasil brasileiro ainda não recebeu nenhuma resenha no nosso blog. E olha que todos os colaboradores já foram pra lá! Pelo jeito rolou uma preguiça geral hehehe!
Bom, fui pra lá pela segunda vez na semana passada, então vou escrever um pouco sobre isso.
Primeira coisa a fazer quando chegar lá?
Vai de busão! Vai de busão!
 Busão à noite
Busão turístico! Desde o ano passado a cidade ganhou um serviço de ônibus de dois andares, abertos em cima, equipados com fones para ouvir a explicação sobre cada lugar. Ele cobre os 12 pontos turísticos básicos, como a Casa Rosada, Puerto Madero, Caminito, Parques de Palermo, Recoleta, Teatro Colon e blá blá blá.
 Sou da turma da frentona
Funciona no sistema Hop On Hop Off, ou seja, você pode descer, passear e pegar o próximo ônibus quantas vezes quiser, durante um dia inteiro, ou dois. É só escolher na hora de comprar o ticket. Se você nunca foi pra Buenos Aires eu acho que vale a pena comprar o ticket de dois dias, são só 20 pesos a mais. Dá pra descer em vários pontos e passear tranquilamente, sem medo de ser feliz.
 Não dou um ano pra esse sistema de som estragar
Tem explicação em várias línguas nos fones, inclusive em português. No primeiro ônibus que pegamos estava funcionando bem, mas nos outros encontramos vários fones quebrados, sistema dando pane e ainda levei choque! Os ônibus não passam exatamente no horário marcado, mas também não demoram mais que meia hora.
Site: http://www.buenosairesbus.com/
Ingressos: O guichê fica na Calle Florida com a Diagonal Norte (Roque Saez Peña).
ticket 24 horas – 70 pesos
ticket 48 horas – 90 pesos
Não dá pra comprar ingresso pro dia seguinte. Eu cheguei um pouco antes das dez da manhã e consegui pegar o das onze.
Vá na parte de cima! Tem muitos prédios bonitos na cidade, no andar de cima dá pra ver bem.
Pra mim os highlights são:
-Parada 4 – San Telmo. Desça aqui pra conhecer o Estádio do Boca Juniors. O tour guiado é interessante. De lá você vai andando até o Caminito. Não espere muita coisa, o lugar é feio e os dançarinos de tango são desesperados por atenção. Não aceite tirar fotos com eles a não ser que queira passar MUITA vergonha com a virilha de um dançarino na sua cara. Glamour zero pra eles. Mas enfim, tem que conhecer.
-Parada 7 – Puerto Madero. É um lugar gostoso pra andar, tirar fotos e aproveitar pra almoçar.
-Parada 9 – Palermo. Tem parques, Zoológico pra quem gosta e um lindo Jardim Japonês. Ele é muito limpo, preservado, bonito e tem um restaurante de comida japonesa. Depois eu conto o que aconteceu lá, mas a comida é boa e não é caro.
-Parada 11 – Recoleta. Desça aqui pra conhecer o Museu Nacional de Belas Artes que tem um acervo MUITO bom com obras do Monet, Gauguin, Degas, Renoir, Van Gogh entre outros. Atravessando a rua e seguindo um pouco mais a frente tem o Centro Cultural da Recoleta, com obras mais mudernas e uma feirinha meio hippie na frente. Quem é chique pode ir até o Hotel Alvear Palace tomar o chá das 5 com direito a tortas, bolos e outros quitutes da culinária francesa (não fui porque… 80 reais por pessoa!) e na mesma rua estão as lojas mais chiques da cidade. Por alí, você encontra também um lugar que dizem, tem as melhores empanadas de Buenos Aires. O lugar se chama El Sanjuanino. Não consegui ir
-Parada 12 – Plaza Lavalle. Essa é para os viajantes do futuro. Este ponto é pertíssimo do Teatro Colon cuja reforma de vários anos acabou de acabar. O teatro reabriu para espetáculos mas ainda não estava fazendo visitas guiadas quando eu fui. Caramba, vou ter que ir pela terceira vez pra Buenos Aires pra ver o diabo desse teatro???
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 By Estelis
Em Boston, além do super famoso Duck Tours relatado aqui pela Andrea, existe também outras empresas que fazem o city tour pela cidade. E em nossas pesquisas por aí, encontramos o Old Town Trolley Tour. Apesar de não ter a “emoção” do Duck Tours, achei que foi bem adequado para pessoas como nós que estávamos com poucos dias para passear e querendo economizar dinheiro, sem fazer muito esforço físico também.

O Old Trolley Tour é um “bonde” que fica circulando pela cidade, com 18 paradas fixas, praticamente todos os pontos turísticos mais importantes da cidade. Você pode subir e descer quantas vezes você quiser ao longo do dia, ou mesmo ficar sentado dando voltas sem ter que dar nenhum passo. São váááários trolleys circulando pela cidade, então você não fica muito tempo no ponto esperando não.
Enquanto o motorista dirige, ele vai apresentando a cidade e dando dicas dos lugares interessantes próximos das próximas paradas. Tudo em inglês, obviamente. O legal é que cada motorista-guia dá o seu próprio toque pessoal para o passeio. Então, não fica tedioso caso você faça o mesmo trajeto outras vezes com outros guias.
A grande vantagem desse tour, é que o ingresso é valido por 2 dias consecutivos, inclui uma entrada no Old State Museum e tb um passeio de barco de 45 minutos pelo porto de Boston. O passeio de barco não é nada demais, mas de “graça”, tá valendo!

Dica: O mais inteligente é tentar achar alguma hospedagem que fique perto de uma das 18 paradas que o tour faz. Assim, você já economiza no transporte! Por exemplo, se você quer economizar e não quer pagar o valor absurdo que cobram na região central de Boston, uma idéia é tentar achar hospedagem perto do MIT, perto do metrô Kendall Square. Assim, você já economiza no metrô diário.
O único problema desse tour é que ele acaba meio cedo. Dependendo do período do ano, ele vai até as 17:00 ou 17:30. Então é bom não dormir até tarde e aproveitar o dia o máximo possível!
Preço: USD 38,00 se você comprar lá na hora. A parada principal é o do aquário, mas existem outras paradas que vendem o ticket (Veja no site deles). Se você comprar online, sai USD 34,20. Aí é só levar o ticket impresso e apresentar em cada parada. Se você não tiver uma impressora disponível, leve o print screen da compra no seu iPhone, Smartphone, whatever e apresente para o motorista. Aí qdo você chegar na parada numero 1, desça e peça para eles imprimirem o ticket.
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 By Estelis

Na nossa busca eterna por alternativas de hospedagem barata, encontramos o site Airbnb.com, onde pessoas do mundo todo cadastram suas casas para serem alugadas por turistas.
É tipo um mix de classificados/Craiglist/Couchsurfer, porém menos alternativo, mais pessoal e com uma interface mais amigável.
Existem ofertas de hospedagem de tudo quanto é tipo. Você pode alugar um castelo inteiro na Escócia, um loft super fabuloso em NYC, um apartamentinho singelo na Vila Madalena, ou até um colchonete na sala de algum estudante em Londres. Existe de tudo e até impressiona. Basta você estar disposto a pagar o preço, e ter fé na humanidade.
O processo todo é feito pelo site. Você contacta o proprietário, tira todas as dúvidas que você possa ter, sente mais ou menos como é a “vibe” da pessoa que estará te alugando o espaço. É bom esse contato, pois ele também pode não ir com sua cara e rejeitá-lo. Se tudo estiver OK, é só fazer a reserva pelo site mesmo e esperar a confirmação. O proprietário só recebe o pagamento depois que você deu check-in, ou seja, caso ocorra algum problema, você ainda pode contactar o Airbnb e eles te ajudarão a resolver o seu problema.
O pagamento pode ser feito diretamente pelo cartão de crédito no site, ou pelo Paypal. Sugiro sempre o Paypal para pagamentos internacionais.
E foi assim que viajamos para Boston e New York esse ano. Como não estávamos dispostas a gastar horrores com hospedagem, mas tb não queríamos pagar um hostel p/ ficar com 12 pessoas num dormitório compartilhado, o Airbnb foi a melhor solução.
Procuramos aptos que estavam dentro de nosso budget, a melhor localização possível, lemos as recomendações das pessoas que já se hospedaram nos locais que nos interessaran, e assim fomos, com muita reza e coragem.
No fim deu tudo certo. Claro que nem tudo estava perfeito, mas valeu a pena sim. Se você vai viajar em mais de 2 pessoas, vale mais a pena ainda! Alguns apartamentos p/ 4 ~6 pessoas custavam menos do que o preço p/ um casal em hotel.
Segue nossa experiência:
New York: Quarto de um apto em Manhattan.
Boston: Quarto em uma casa Vitoriana em Cambridge.
Se você gostou da idéia, que tal receber alguem na sua casa também? Registrando o seu classificado, você ainda ganha um descontinho na sua hospedagem.
Disclamer: Existem pessoas boas e más no mundo. Nós temos sorte e nunca encontramos pessoas realmente maldosas nessa viagens mundo afora. Mas se você alugou um quartinho na casa de um serial killer, sinto muito meu amigo. Shit happens.
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 By Estelis
Hotéis em Boston também são absurdamente caros, tipo NYC. Então resolvemos alugar um quarto/apartamento.
Escolhemos um quarto nessa casa no site Airbnb. Os reviews da casa na época também estavam bons, portanto fomos sem medo.
Ele não fica no centro de Boston. A casa fica em Cambridge (Grande Boston), a 3 quadras do metrô que utilizávamos diariamente para ir ao centro. Rápido, limpo e seguro. Só o preço do metrô que não era muito barato, por volta de 2 USD a viagem. O bairro era muito simpático e fofo, muitos universitários devido à sua proximidade da Universidade Harvard e MIT.

Para entrar na casa, recebemos uma senha por e-mail. Chegando lá, era só digitar a senha na porta e entrar. E aí começava a esquisitice.
Pra começo de conversa, tínhamos trocado e-mails com a proprietária informando que chegaríamos por volta das 6 da manhã. Como o check-in era tarde, perguntei se poderia ir para a casa, deixar as malas e sair novamente, e a resposta foi positiva.
Chegando lá, entramos na casa e não achamos ninguém. A casa tinha 3 andares, cada andar possuía 3 quartos e nenhum deles tinha número na porta. Nas instruções que recebemos via e-mail, ela dizia que o nosso quarto estava localizado no 2o andar da casa, na porta da esquerda do fim do corredor.
Aí comecou a 1a dúvida:
Para brasileiros, existe o térreo, 1o andar, e depois o 2o andar. Ou seja, o 2o andar fica no 3o piso. Para os orientais, o 2o andar fica no 2o piso mesmo. E para os Americanos? Como funciona? Chutamos que o sistema brasileiro não existe lá, e abrimos a porta no 2o piso mesmo.
O quarto era amplo, bem iluminado, tinha wi-fi… Tudo como estava publicado no site. Só que estava cheio de coisas pessoais como: Livros, jóias, roupas, fotos…. Começamos a achar que estávamos no quarto errado, mas era a única que batia com as descrições. Como estávamos cansadas e loucas pra tomar banho, ficamos por lá mesmo. Por volta de 1 hora depois, apareceu uma mulher que limpava a casa. Perguntei pra ela se era o nosso quarto mesmo, e ela disse que sim. Comentei que o quarto não possuía tranca, e ela me deu a resposta mais bizarra do universo: “There are no thieves in this house”.

O banheiro era compartilhado e meio sujo. Dava nojo da cortina do chuveiro, tinha silvertape colado no plastico mofado e buraco no teto pingando agua de fonte desconhecida.
 
O corredor da casa tinha cheiro de casa velha, tudo bem esquisito. A gente quase não encontrou as demais pessoas hospedadas na casa. Tinha uma vibe de república, meio casa sem dono. Não foi muito agradável.
No fim das contas, foi tudo tranquilo. Ninguém mexeu nas nossas coisas, mas sempre deixávamos a mala trancada. A vizinhanca era segura, com várias lojinhas de conveniência, restaurantes e bares. Mas só recomendaria a casa para pessoas muito tranquilas e desapegadas. E pra falar a verdade, eu já fiquei em hostels muito piores.
Preço: 313,00 USD, 3 noites, 2 pessoas.
Lessons Learned: Se tiver uma próxima vez, e for inviável financeiramente ficar no centro de Boston, eu ficaria perto do MIT, estação de metrô Kendall Station. Em outro post eu falo o porquê.
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 By Estelis
Se você é o tipo de pessoa que paga 250 USD por noite num hotel, sem medo de ser feliz, pode parar de ler o post. Nós somos mais miseráveis.
Aí encontramos no Airbnb uma alternativa mais barata de hospedagem em NYC, a terra das diárias para milionários. Onde já se viu pagar 400 reais na diária em hotéis velhos e xexelentos? Pq na boa, se é pra pagar tudo isso num hotel, que seja um hotel com muito luxo e glamour, vida de princesa.
Então fomos de apartamento alugado mesmo. Pela disponibilidade/custo/benefício, ficamos nesse. Era um quarto no apartamento de um casal em Manhattan. Gostamos das fotos do apartamento, as resenhas que os outros hóspedes deixaram estavam bons, todo mundo super elogiando, ótimo. Negociações feitas, tudo pago pelo site, e vamo que vamo.
Combinamos via e-mail o horário que iríamos chegar e ligamos 1 hora antes confirmando. Quem nos encontrou no apartamento foi o parceiro do dono da casa. Ele nos mostrou onde ficava tudo, nos deu a chave do quarto e da casa e nos deixou à vontade. No fim do dia conhecemos o Ric, que foi a pessoa que manteve contato comigo no Airbnb. Ele era bem simpático e fofo, deu algumas dicas da cidade e conversou um pouquinho com a gente. Mas dava pra perceber que o negócio era bem profissional. Não vá achando que vai fazer um super amigo em NYC, que vai te levar pras baladas. A gente quase não encontrava com eles pela casa.

O apartamento era grande, limpinho e arrumado. Eles possuem 2 quartos de hóspedes, então no período estávamos lá, tinha um casal no quarto ao lado. Mas nem nos encontramos. Só sabíamos que tinha gente pq dividíamos o banheiro, então as vezes estava ocupado. Podíamos usar a cozinha, geladeira, microondas, sala de TV, tudo. Parecia que o apartamento era nosso.

O quarto era fofo, arrumadinho, com roupa de cama branca. Igualzinho a foto do site mesmo. Tem tb um closet pra pendurar roupas e guardar malas, toalhas branquinhas, ar condicionado, wi-fi… As encomendas pelo Amazon chegaram bonitinho… Tudo certinho.
O bairro era o Upper East Side, na parte central do Central Park. Tínhamos que andar mais ou menos 4 quadras até o metrô (92nd station), mas era muito tranquilo, mesmo de noitão. Mas perto do apê não tinha nada agitado pra fazer. Uns restaurantezinhos sussas, nada muito legal. Para agitar, tem que descer mais mesmo. O bairro era bem residencial.
Eu recomendo, mas claro que você fica se sentindo meio visita na casa dos outros, fica com medo de fazer barulho e tal. Mas pelo custo/benefício, acho que vale. Mesmo pq o que você menos faz em NY é ficar dentro do quarto. Eles também possuem um outro apê que pode ser alugado inteirinho só pra você. Dependendo da sua situação, vale muito a pena!
Preço: 686,00 USD, 6 noites, 2 pessoas.
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 By andreayagui
Em Newyorka tem várias mega redes de livrarias, como a Barnes and Nobles e Borders. Só comprei dois porque é meio pesado ficar carregando livro e nem tinha pesquisado antes uns títulos diferentes que não saíram por aqui.
O livro abaixo é quase um HQ, mas ao invés de quadrinhos, cada desenho ocupa uma página de toda. A autora, Esther Pearl Watson, se inspirou num diário que ela encontrou num banheiro feminino de rodoviária. Ele narra o cotidiano de uma adolescente looser dos anos 80. Muito engraçado.
  
O outro é um livro de fotos de Audrey Hepburn, com muitas imagens de bastidores. Ach oque no Brasil também tem, mas tava na promoção então aproveitei e comprei. Amo.

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